sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Critica:Harry Potter e as Reliquias da Morte Parte 1

          

Dobby, que aparece no segundo livro/filme, neste sétimo aparece em muitas cenas que ele não estava originalmente. E quando ele aparece, você só quer saber o que ele fala e o que ele vai fazer. Ele é o herói do filme. A platéia aplaudiu e chorou junto com ele em todas as cenas. Nisso, os roteiristas acertaram em cheio.


Esta cena da foto acima, também não está nos livros. Ela é outro acerto dos roteiristas, produtores... Hermione está desanimada quando Rony abandona momentaneamente o trio e Harry tenta animá-la, chamando ela pra dançar! HAHA É uma parte que fica clara a forte amizade entre os dois! :D
Não entendi o motivo. Não sei se era porque ele tinha que passar confiança, mas achei o você-sabe-quem muito calmo nesse filme. hm....

Ele fica muito calmo, não grita de raiva como diz no livro, e foi cortado de varias cenas que deveria aparecer.
Na cena dos 7 “Harrys”, na fuga, foi tudo muito bom, mas... 
o que mais chamou a atenção mesmo foi a animação feita para contar a história dos três irmãos sobre as relíquias da morte! Toda essa cena é feita numa espécie de desenho animado! Foge um pouco do uso de atores e da realidade… Muito bem feito!

Veredicto final…

Harry Potter e As Relíquias da Morte é mais focado na amizade, emoção e a pressão que Harry está suportando e não muito nas cenas de ação e aventura. É um filme que não tem momentos chatos, e tem efeitos especiais muito melhores do que o HP6, O filme todo é maneiro! Vale a pena ver!

NOTA:10/10




Critica:Sempre ao seu lado




É a historia de Hachi um cão da raça Akita que pertencia a um professor japonês chamado  Eizaburo Ueno em Tokyo nos idos de 1923, Hachiko (como o professor o chamava) foi lhe dado com apenas 2 meses de vida.
O professor residia nos subúrbios de Tokyo e todo dia ia para estação Shibuya pegar o trem que o levava ao seu trabalho e Hachiko, o cão, sempre o acompanhava nessa travessia e ficava esperando ansiosamente o retorno do dono no trem das 16 horas, quando o professor chegava iam felizes para casa, doce rotina.
Em maio de 1925, Hachiko que tinha apenas um ano e meio estava na estação esperando seu dono como sempre, como havia feito durante praticamente toda sua vida, mas no fatídico dia, o professor Ueno sofreu um AVC fatal na universidade que lecionava e faleceu, porém Hachiko estava lá o esperando.
Após a morte do seu dono, amigos e parentes começaram a cuidar do cão que ia incessantemente todo dia no mesmo horário esperar o trem das 16 horas e com ele seu dono que chegaria do trabalho, com o passar dos anos hachiko estava com artrites e sua saúde estava frágil, mas mesmo assim ele ia até a estação esperar. No dia 7 de março de 1934, com 11 anos e 4 meses hachiko faleceu, no mesmo lugar aonde esperou seu dono.
Hoje nesse exato local há uma estatua em homenagem ao bravo cãozinho. Eu creio que nós temos muito o que aprender com ele.


NOTA:10/10